A Criação do Strip-Tease
by chrislima on abr.09, 2012, under Filmes com Strip
A mulherada americana teve que rebolar muito para driblar as patrulhas e leis dos bons costumes que as proibiam de tirar a roupa no palco. Assim, aos poucos, nasceu o strip-tease.
Era uma noite quente de 1917. A platéia do modesto teatro National Winter Garden, no Lower East Side, famoso por monólogos repletos de piadas chulas e por dançarinas insinuantes, era majoritariamente masculina. No palco, acalorada, a comediante Mae Dix decidiu remover a gola de seu vestido para não manchá-lo de suor e assim economizar uma grana com a lavanderia. O gesto banal, feito de modo distraído, levou a galera à loucura. Os homens gritavam na expectativa do que estava por vir. Artista experiente, Mae percebeu o que tinha em mãos e, de imediato, tirou os punhos, também removíveis, de seu figurino. Saiu aplaudida entusiasticamente, após abrir os primeiros botões de seu vestido. Estava criado, oficialmente, o strip-tease. A performance entrou para a história como a primeira vez que uma mulher se despia sem ter uma desculpa “artística” para isso. Resultado: os donos do teatro, os irmãos Minsky, deram à atriz um aumento de 10 dólares por semana para voltar a repetir o ato.
Como não eram nada bobos, os Minsky também encomendaram uma campanha publicitária para divulgar o novo espetáculo. Pouco depois, foi cunhada a expressão strip-tease (tradução literal: despir-se provocando) para descrever a natureza excitante dos shows da casa. Assim, meio sem querer, o ato de tirar a roupa no palco foi virando um espetáculo exportado para o mundo inteiro pelos Estados Unidos. Muito embora esse acontecimento seja lembrado como o marco fundador da arte, a pesquisadora Jessica Glasscock vasculhou os primórdios dos shows de variedades e do burlesco (tipo de teatro popular nos Estados Unidos do início do século 20, famoso por piadas grosseiras, dançarinas ousadas e linguagem pouco refinada) e lá encontrou as raízes da arte do strip-tease, que publicou no livro Striptease – From Gaslight to Spotlight (algo como “Da iluminação a gás aos holofotes,” inédito no Brasil). Sem as desbravadoras de meados do século 19, talvez não tivesse existido Mae Dix.
QUADROS VIVOS
É preciso lembrar que no fim do século 19 as regras morais eram extremamente rígidas. O menor sinal de conduta libidinosa, a exibição de uma perna nua em cena, por exemplo, era enquadrado como contravenção. Um decreto do estado de Minnesota, de 1891, dá a medida: “Qualquer mulher que, num palco de teatro, casa de shows ou qualquer tipo de espaço público, em que estejam reunidas outras pessoas, expuser partes do corpo, estejam elas vestidas em malhas finas colantes ou em qualquer tipo de vestuário que torne o corpo visível, será considerada culpada de conduta obscena explícita, cuja contravenção poderá ser punida com multa não menor que 5 dólares e não acima de 100 dólares, ou prisão por no mínimo cinco dias e no máximo 30”. Para burlar tais leis entra em cena a mirabolante criatividade humana.
Nesse período, para fugir de processos valia tudo. Especialmente manter o strip-tease ou inocentes insinuações de nudez muito próximas da arte. Apoiado numa classificação “artística”, era possível montar espetáculos com várias mulheres seminuas ou em malhas colantes reveladoras sem que todo mundo fosse em cana. Os espertos diretores dos teatros burlescos descobriram na arte clássica, especialmente a greco-romana, uma ótima desculpa “educacional” para exibir garotas em trajes mínimos. Arte não pode ser tachada de obscena. Pelo menos, não sem que o acusador tenha de encarar a vergonha pública de ser considerado um ignorante. A idéia desses espetáculos batizados de “Tableaux Vivants” (Quadros Vivos) era utilizar modelos reais para reproduzir cenas clássicas de pinturas e passagens históricas. O nascimento de Vênus era uma das encenações favoritas. As ninfas, é claro, também pululavam aqui e ali. Detalhe: para esse tipo de show ser considerado um tableau vivant, as modelos não podiam se mover.
AS EUROPÉIAS
Os padrões de decência do início do século 19 eram os mesmos da Era Vitoriana. Até o figurino das artistas estava sujeito a esses valores morais. O corpete se tornou uma peça essencial: ele mantinha no lugar o que não deveria ser revelado.
Por volta de 1860, as primeiras transgressoras se livraram desse acessório e causaram reboliço. Pouco depois, com a chegada da trupe da inglesa Lydia Thompson, em 1868, um novo furor se instalou nos palcos americanos. As loiras oxigenadas de Lydia Thompson se apresentavam usando somente uma insinuante malha colante, que, apesar de cobrir o corpo todo, criava a ilusão de nudez.
O roteiro incluía piadas grosseiras, canções populares e textos com insinuações eróticas. No fim, as dançarinas lançavam as pernas ao ar como no cancã. A combinação explosiva de sex-appeal e ousadia não era novidade na Europa, mas nos Estados Unidos causou furor. O espetáculo foi aclamado, apesar das acusações de obscenidade. Depois de Lydia, os americanos começaram a montar shows semelhantes. Baseados em textos literários, esses espetáculos não se preocupavam quase nada com a qualidade da narrativa. Era claro que um belo par de pernas distraía suficientemente o público.
Na onda das inglesas surgiram as “skirt dancers” (dançarinas de saia), como se tornaram conhecidas as moças que não se limitavam ao pas-de-deux do balé clássico. O cancã era o carro-chefe das “dançarinas de saias”. Além de exibir vitalidade, elas mostravam parte das pernas e a roupa de baixo. Depois delas vieram as dançarinas orientais (ou exóticas). A dança do ventre, considerada imoral e provocante, era a alegria dos homens. Às orientais (muitas americanas vestidas como as originais) era permitido dançar com menos roupas, pois essa era considerada uma questão “cultural” não passível de processo.
O BURLESCO E AFINS
O burlesco, com suas dançarinas exóticas e piadas grosseiras, caiu nas graças do povo. Paralelamente a este movimento, surgiu a tentativa de criar um espetáculo mais leve, recomendado às senhoras respeitáveis. Em 1907, Florenz Ziegfeld Jr. cria o Ziegfeld Follies, um espetáculo de entretenimento refinado, como mandava o vaudeville (espetáculo de variedades musicais, cômicas etc. mais sofisticado que o burlesco). Lindas garotas em figurinos caros e elegantes insinuavam um leve erotismo. Num dos espetáculos, por exemplo, uma garota aparecia numa banheira coberta apenas por bolhas de salão. Em outro, um tableau vivant recriava a cena em que Lady Godiva cavalgava nua para forçar o marido a reduzir imposto. Mas o público logo se cansou desse tipo de show, mais caro que o burlesco.
Depois de testemunhar o pioneirismo de Mae Dix, o National Winter Garden voltaria a ser palco de outro marco da história do strip-tease. Em 1931, a casa contratou uma garota que viria a ser a maior stripper da história dos Estados Unidos. Gypsy Rose Lee ficou famosa não só por sua beleza e um par de pernas sensacional, mas também por ser espirituosa e inteligente. Segundo Glasscock, o strip-tease é caracterizado por três elementos: revelar, provocar e divertir. Não necessariamente nessa ordem. “Um verdadeiro strip-tease é um espetáculo teatral, que requer um certo distanciamento entre quem provoca e quem é provocado”, diz ela. Gypsy Rose Lee entendeu isso perfeitamente.
As strippers que vieram depois de Gypsy Rose tiveram de se esforçar mais. Foi um festival de cenas sensacionais. Havia quem entrasse no palco vestindo apenas balões, estourados um a um. Outras se cobriam de pombos amestrados, que voavam durante o número. O sucesso desse tipo de espetáculo foi interrompido por uma lei que determinou o fechamento definitivo dos teatros burlescos. Strippers e empresários ficaram a ver navios. Mas as dançarinas logo encontram outros palcos para seus shows, em bares e cabarés. Nos anos 50, em Nova York, o strip- tease era comum em casas noturnas, mas acontecia de forma discreta. O fim dessa década viu o surgimento das pin-ups, lideradas pela maior de todas, Bettie Page. Pouco depois, diante da revolução sexual da década de 60, que sepultaria de vez os últimos resquícios do pudor vitoriano, até mesmo as pin-ups começaram a ser vistas como parte de uma cultura démodé.
Fonte: Guia do estudante.
P/ Refletir
by chrislima on abr.09, 2012, under Minhas opiniões
As vezes não estamos acostumados com certas coisas, e na maioria das vezes eh sempre bom parar e refletir um pouco e percebermos o qto não somos perfeitos…as pessoas vivem constantemente cometendo erros, e eh exatamente com esses erros que temos que estar aptos a qrer corrigi-los…
Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal…EU NUNCA FUI PERFEITA, MAS SEMPRE FUI SINCERA…
As pessoas estão acostumados a ouvir mentiras, que sinceridade demais choca e faz com que vc pareça arrogante e mentirosa…
Aquilo que se faz por amor está sempre além do bem e do mal…
Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura…
O amor é o sentimento dos seres imperfeitos, posto que a função do amor é levar o ser humano à perfeição. Como são sábios aqueles que se entregam às loucuras do amor!!!!
Você que sofre pq ama, amai ainda mais…porque morrer de amor é viver dele…
O amor é o estado no qual os homens têm mais probabilidades de ver as coisas como elas não são…
Somente quando encontramos o amor, é que descobrimos o que nos faltava na vida…
Não espero perfeição de ninguem, porque perfeição não posso retribuir.Espero apenas sinceridade…
Às vezes um amor verdadeiro acaba por besteira, por orgulho… Males entendidos ou entendidos demais…
Melhor te dar o meu silêncio do que te magoar com a minha sinceridade, já que não a tolera e a interpreta mal…
A bondade é a delicadeza das almas grosseiras…
Quanto mais bonita for a mulher, mais tem de ser sincera, pois somente com a sinceridade pode corrigir os prejuízos que a sua beleza pode culpar…
Sinceridade…
Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja.
O AMOR É ÚNICO,
como qualquer sentimento, seja ele destinado a familia, namorado, marido, religião…
A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue,
A SEDUÇÃO
tem que ser ininterrupta…
Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança, acabamos por sepultar uma relação que poderia
SER ETERNA
Casaram. Te amo pra lá, te amo pra cá. Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas.
Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes, nem necessita de um amor tão intenso. É preciso que haja, antes de mais nada,
RESPEITO.
Agressões zero.
Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência… Amor só, não basta. Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura, para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem que haver
BOM HUMOR
para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades.
Tem que saber levar.
Amar só é pouco.
Tem que haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas para pagar.
Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar.
Tem que ter um bom psiquiatra. Não adianta, apenas, amar.
Entre casais que se unem , visando à longevidade do matrimônio, tem que haver um pouco de silêncio, vida própria, um tempo pra cada um.
Tem que haver confiança. Certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou. É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão.
E que amar “solamente”, não basta.
Entre homens e mulheres que acham que
O AMOR É SÓ POESIA,
tem que haver discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado.
O amor é grande, mas não são dois.
Tem que saber se aquele amor faz bem ou não, se não fizer bem, não é amor. É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência.
O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.
Um bom Amor aos que já têm!
Um bom encontro aos que procuram!
E felicidades a todos nós!
Amor não é se envolver com a pessoa perfeita,
aquela dos nossos sonhos.
Não existem príncipes nem princesas.
Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos.
O amor sóh é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.
POSIÇÕES SEXUAIS E SEUS PECADOS, SEGUNDO EDIR MACEDO
by chrislima on jan.10, 2012, under Minhas opiniões
kkkkkkkkk era soh o que faltava…confere ai galera as posições sexuais certas que devemos fazer, se nao vamos tdos arder no mármore do inferno…
ACREDITE, SE QUISER!!!!
POSIÇÕES SEXUAIS E SEUS PECADOS, SEGUNDO EDIR MACEDO
Retirada do livro: ‘Castigo Divino’ da Igreja Universal do Reino de
Deus – (Edir Macedo)
AUTOR : Bispo Edir Macedo
ACREDITE, SE QUISER!!!!
Vejam os comentários sobre o pecado das seguintes posições sexuais:
Posição de quatro:
É uma das posições mais humilhantes para a mulher, pois ela fica
prostrada como um animal enquanto seu parceiro ajoelhado a penetra.
Animais são seres que não possuem espírito, então o homem que faz o
cachorrinho com sua parceira fica com sua alma amaldiçoada e fétida.
Sexo Oral:
O prazer de levar um órgão sexual à boca é condenado pelas leis
divinas. A boca foi feita para falar e ingerir alimentos e a língua
para apreciar os sabores.. A mulher, engolindo o sêmen, não vai ter
filhos. E o homem somente sentirá dores musculares na língua ao sugar
a vagina de sua parceira.
Sexo Anal:
O ânus é sujo, fétido e possui em suas paredes milhões de bactérias. É
o esgoto propriamente dito. No esgoto só existem ratos, baratas e
mendigos.. A pessoa que sodomiza ou é sodomizada se iguala a um rato
pestilento…Seu espírito permanece imundo e amaldiçoado. Mas o pior é quando o ato
é homossexual, pois o passaporte dessa infeliz criatura já está
carimbado nos confins do inferno..
Veja a maneira certa de se relacionar sexualmente, segundo a cartilha:
Posição recomendada:
O homem e a mulher devem lavar suas partes com 1 litro de água
corrente misturado com uma colher de vinagre e outra de sal grosso.
Após isso, a mulher deve abrir as pernas e esperar o membro enrijecido
do seu parceiro para iniciar a penetração. O homem, após penetrar a
mulher, não deve encostar seu peito nos seios dela, pois a fêmea deve
estar: Orando ao Senhor para que seu óvulo esteja sadio ao encontrar o
espermatozóide…..
Depois do ato sexual:
Os dois devem orar, pedindo perdão pelo prazer proibido do orgasmo.
Como penitência:
O açoite com vara de bambu é aceito em forma de purificação..
Conclusão I:
OU NOS VEREMOS TODOS NO INFERNO OU VAI FALTAR BAMBU NO MUNDO.
Conclusão II:
SE ALGUÉM PRECISAR DE BAMBU, LÁ EM CASA TEM MAS EU NÃO USO.
Conclusão III:
SAL GROSSO E VINAGRE???
VAI TRANSAR OU VAI FAZER CHURRASCO?
VEJO VOCÊS NO INFERNO!!!
Te cuida…
by chrislima on set.01, 2011, under Minhas opiniões
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Quem não dá assistência, abre concorrência!
by chrislima on ago.31, 2011, under Minhas opiniões




















